dezembro 22, 2009

Natal no Islã

Quando o mundo entenderá que o discurso do Islã não corresponde à sua prática? Quando o mundo entenderá que pluralismo, democracia e liberdade não são valores fundamentais para o islamismo? Vejam, por exemplo, o post de Marcos Guterman, no qual ele comenta matéria publicada no New York Times. Leiam e depois me respondam: é possível conviver pacificamente com o fundamentalismo muçulmano?

4 comentários:

Maria Filomena disse...

Dr. Rodrigo,
até que enfim descubro um blog que diz tudo que penso a respeito do PT e companhia.....Gostei...tanto, que me inscrevi como seguidora.....
abraços e bom Natal
desta luso brasileira em Portugal,
Maria Filomena

Samara L. disse...

Amigo Rodrigo,

Sei que pareço a chata insistente nesse seu espaço.
Mas gostaria de te dizer que o Islã é algo muito mais amplo que o fundamentalismo e ainda mais que os governantes que dizem agir em nome desse fundamentalismo.
Existe uma quantidade muito significativa de muçulmanos que discordam tanto quanto você dos absurdos de uma parte das pessoas que dizem fazer isso e aquilo em nome desta religião, pessoas de mente aberta e coração misericordioso.
Assim apelo, pois, que evites as generalizações. Lembremos que na Segunda Guerra nem todo italiano era fascista e nem todo alemão era nazi. Façamos tudo para evitar lançar a semente do preconceito sobre aqueles que são, sim, Islã, mas não são totalitaristas, fundamentalistas, antidemocratas.

Um abraço apertado de Natal para você e para Mimi.

Rodrigo Gurgel disse...

Prezada Maria Filomena, obrigado por sua visita e por se colocar como minha seguidora. Desejo-lhe um ótimo Natal e um 2010 cheio de alegrias!

Rodrigo Gurgel disse...

Samara querida: você não é chata, de forma alguma. Veja, eu não duvido que há muitas pessoas no Islã de "mente aberta" e "coração misericordioso". Essa, inclusive, é a mensagem de Maomé, distorcida tantas vezes. A questão, contudo, é mais complexa... Por exemplo, onde há eleições no mundo muçulmano? A única democracia real é a Turquia. Onde há liberdade de imprensa? Parcialmente, creio que na Turquia e no Paquistão, apenas. Qual é a situação da mulher? Vc bem sabe que, no geral, é de absoluta submissão. Enfim, os problemas são muitos, o que, é verdade, não impede as pessoas de, individualmente, serem boas. Mas essas qualidades individuais não mudam, por exemplo, o ódio aos valores ocidentais, insuflado por inúmeros líderes religiosos, e outros tantos problemas...
Bem... é um assunto complexo. Um dia sentaremos num lugar tranquilo e conversaremos calmamente sobre isso. Ainda que eu prefira conversar sobre Kawabata... :-)

Desejo-lhe um ótimo Natal, minha amiga, e que 2010 seja um ano de absoluto sucesso para você, principalmente nos estudos.
Grande beijo!