Vejam o teaser produzido por Mauro Ventura Alves
para meu livro:
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julho 22, 2014
julho 26, 2013
Um diálogo sobre liberdade, esquerdismo e universo cultural brasileiro
Estive com Bruno Garschagen recentemente, no encontro de
intelectuais organizado por Olavo de Carvalho em Richmond (Virgínia). Após uma
semana de amplas discussões sobre a vida cultural brasileira, voltei para São
Paulo, mas Garschagen permanece nos EUA, agora pesquisando, no Russell Kirk Center, em Mecosta, para sua tese de doutorado. Lá, participou da Acton University e, no próprio
Russell Kirk Center, do seminário Russell
Kirk and the Six Canons of Conservatism, onde proferiu a palestra “The
Freedom and the Property: The Kirk’s Fourth Canon of Conservative Thought”.
Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela
Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), Garschagen é autor do texto de apresentação de Os Caminhos para a Modernidade: os
Iluminismos Britânico, Francês e Americano, da historiadora Gertrude
Himmelfarb, e escreveu o prefácio de O
que é o Conservadorismo, do filósofo político inglês Roger Scruton (no
prelo).
É com esse intelectual de
grande talento – cujo livro sobre utopia política será publicado ainda este ano
pela É Realizações – que converso no programa semanal que ele mantém no site do
Instituto Ludwig von Mises – Brasil, o Podcast Mises Brasil. O resultado, vocês
podem acompanhar na gravação abaixo:
novembro 08, 2012
Jacques Barzun e as convenções do Intelecto
Graças ao meu
caro amigo Bruno Garschagen, que disponibilizou hoje em seu blog a resenha de João Pereira Coutinho sobre Jacques Barzun, falecido no último 25 de outubro, fui rever
os livros que tenho desse grande ensaísta, magnífico historiador das ideias e
da cultura. Lá está, sublinhado em minha edição de A Casa do Intelecto:
Verdades para as quais parcela da nova geração de escritores e intelectuais – principalmente aqueles que, sabiamente, se distanciam do marxismo e do niilismo – começa, ainda bem, a acordar.
O Intelecto é o
grande unificador da mente consigo mesma e com a mente dos demais. Na arte, é o
Intelecto que, implícita ou explicitamente, alça a obra da delicadeza ou do virtuosismo
para o que os pósteros chamam de profundidade ou grandeza. Na sociedade, são as
convenções do Intelecto que permitem a discussão – e não a luta; a
reciprocidade – e não o capricho infantil; a tradição – e não o perpétuo
começar de novo.
Verdades para as quais parcela da nova geração de escritores e intelectuais – principalmente aqueles que, sabiamente, se distanciam do marxismo e do niilismo – começa, ainda bem, a acordar.
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