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julho 26, 2013

Um diálogo sobre liberdade, esquerdismo e universo cultural brasileiro

Estive com Bruno Garschagen recentemente, no encontro de intelectuais organizado por Olavo de Carvalho em Richmond (Virgínia). Após uma semana de amplas discussões sobre a vida cultural brasileira, voltei para São Paulo, mas Garschagen permanece nos EUA, agora pesquisando, no Russell Kirk Center, em Mecosta, para sua tese de doutorado. Lá, participou da Acton University e, no próprio Russell Kirk Center, do seminário Russell Kirk and the Six Canons of Conservatism, onde proferiu a palestra “The Freedom and the Property: The Kirk’s Fourth Canon of Conservative Thought”.
 
Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), Garschagen é autor do texto de apresentação de Os Caminhos para a Modernidade: os Iluminismos Britânico, Francês e Americano, da historiadora Gertrude Himmelfarb, e escreveu o prefácio de O que é o Conservadorismo, do filósofo político inglês Roger Scruton (no prelo).
 
É com esse intelectual de grande talento – cujo livro sobre utopia política será publicado ainda este ano pela É Realizações – que converso no programa semanal que ele mantém no site do Instituto Ludwig von Mises – Brasil, o Podcast Mises Brasil. O resultado, vocês podem acompanhar na gravação abaixo:
 

novembro 08, 2012

Jacques Barzun e as convenções do Intelecto

Graças ao meu caro amigo Bruno Garschagen, que disponibilizou hoje em seu blog a resenha de João Pereira Coutinho sobre Jacques Barzun, falecido no último 25 de outubro, fui rever os livros que tenho desse grande ensaísta, magnífico historiador das ideias e da cultura. Lá está, sublinhado em minha edição de A Casa do Intelecto:

O Intelecto é o grande unificador da mente consigo mesma e com a mente dos demais. Na arte, é o Intelecto que, implícita ou explicitamente, alça a obra da delicadeza ou do virtuosismo para o que os pósteros chamam de profundidade ou grandeza. Na sociedade, são as convenções do Intelecto que permitem a discussão – e não a luta; a reciprocidade – e não o capricho infantil; a tradição – e não o perpétuo começar de novo.
 
Verdades para as quais parcela da nova geração de escritores e intelectuais – principalmente aqueles que, sabiamente, se distanciam do marxismo e do niilismo – começa, ainda bem, a acordar.